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Artesanato

Em sua variedade de formas e matérias-primas, o artesanato atesta uma tradição que tem sobrevivido com originalidade ao tempo e está disseminada por todo o território sergipano, onde artesãos utilizam barro, madeira, linhas, tecidos, plásticos, entre outros materiais, que ganham vida através de mãos talentosas e inspiradas.

No Centro de Aracaju, ricos exemplares podem ser encontrados em espaços dedicados as artes manuais, que comercializam os produtos, a exemplo do Centro de Arte e Cultura J. Inácio, na Orla de Atalaia; nos mercados do Centro Histórico; no Centro de Artesanato Chica Chaves, na Orla do Bairro Industrial; na Rua do Turista da Praça Olímpio Campos; nas feirinhas da Praça Tobias Barreto, aos domingos.

Hoje, o principal produto sergipano é a Renda Irlandesa, confeccionada no município de Divina Pastora. O modo de fazer foi incluído no Livro de Registro dos Saberes e decretado pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Nacional. O município surge como principal território porque no local se encontram os elementos que culminaram com a apropriação do ofício por mulheres humildes, que reinventaram a técnica, o uso e o sentido deste saber-fazer. A renda irlandesa tem atraído a atenção de designers de moda, de decoração e de jóias, dentre outros áreas.

A cerâmica de Santana do São Francisco, a 126 km da capital, também é outro destaque do artesanato estadual. O município tem na produção de cerâmica a sua principal atividade econômica e reúne verdadeiras comunidades de artesãos. Na cerâmica figurativa destacam-se Beto Pezão, natural de Santana de São Francisco, e Judite Santeira, nascida em Estância.

As rendas de bilro são produzidas em Poço Redondo e bordado tipo richelieu em Tobias Barreto. Na cestaria, herança indígena e africana é confeccionada entre outros, balaios, cestas, bolsas, chapéus, esteiras. Sergipe tem uma expressiva produção de artesanato de palha, que se concentra principalmente nos municípios de Brejo Grande, Pacatuba e Pirambu, localizados no Nordeste do estado, onde há abundância da matéria prima. No artesanato em madeira destaca-se Cícero Alves dos Santos, o Véio. Galhos retorcidos são transformados em tótens, carrancas, animais e figuras humanas no sitio Sóarte.

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