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Secretaria de Saúde reforça escala médica do Hospital Regional de Socorro

A unidade está na expectativa da chegada de mais seis médicos emergencistas nos próximos dias
11 de Fevereiro de 2019 | 15:34

O senhor Manoel Messias dos Santos, 77 anos, diabético, hipertenso e cardíaco, chegou ao Pronto Socorro do Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro por volta das 10 horas da manhã desta segunda-feira, 11, e minutos depois estava sendo atendido. O plantão desta segunda-feira, dia crítico nas escalas médicas, foi melhorado com a chegada à unidade do médico emergencista Flávio Cardoso Arcangeles, especialista em Medicina de Favela e Comunidade. Contratado através do Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Fundação Hospitalar de Saúde, o clínico geral já fez a diferença no plantão iniciado no domingo, 10, dando maior agilidade ao fluxo de atendimento.

“Assim que meu pai chegou à recepção do hospital foi acolhido e muito bem atendido pelo médico”, disse Vaneide Santos Alves, agente de saúde e filha do senhor Manoel Messias. Também atendido rapidamente assim que chegou à unidade, John Lenon Farias dos Santos descobriu que as dores que o incomodavam eram provocadas por um abscesso. “Fui medicado e agora começo a me sentir melhor. Graças a Deus fui atendido sem demora”, declarou o rapaz.

Esta tem sido a rotina dos pacientes que chegam ao Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro com algum grau de risco à vida ou em situações críticas: a de serem atendidos com celeridade. A unidade, que vinha operando com plantões restritos, não deixa de assistir aqueles que precisam de intervenção médica imediata.

“A minha expectativa é a de poder contribuir com o povo de Nossa Senhora do Socorro”, disse o médico que atendeu o apelo da superintendência do hospital e aceitou a escala do domingo para segunda-feira. “Existem dois dias críticos, que são a segunda e a sexta-feira porque há uma dificuldade maior para se conseguir plantonista. Mas, a gestão conversou comigo, fez a oferta e eu resolvi ficar com a segunda-feira”, declarou o médico.

De acordo com a superintendente da unidade hospitalar, Iza Conceição Leó do Prado, a nenhum paciente é negado atendimento. “Nossa classificação de risco funciona 24 horas e o que acontece é que nós apenas informamos àqueles que foram classificados como de baixo risco que o atendimento não tem hora para acontecer, que pode demorar”, explicou a superintendente, acrescentando que o preenchimento das escalas médicas começa a melhorar.

Para a superintendente, neste momento, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) vem realizando todos os esforços para recompor as escalas de plantões daquela unidade hospitalar. “O hospital tem um volume de porta muito grande, registrando, em média, 250 atendimentos por dia a pacientes de toda a Regional de Socorro, que é composta por 12 municípios. Estamos na expectativa da chegada de mais seis médicos emergencistas nos próximos dias, considerando as informações que nos foi passada pela Diretoria Operacional da Fundação Estadual de Saúde”, informou.

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