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Integração e conhecimento marcam evento em alusão ao Dia da Hemofilia

O evento teve o objetivo de reforçar a necessidade da adesão ao tratamento ofertado aos hemofílicos no ambulatório da unidade
25 de Abril de 2019 | 16:22

“Depois que meu filho começou o tratamento, o quadro dele melhorou”. A declaração foi da dona de casa, Maria do Amparo Silva Ferreira, mãe do paciente portador de hemofilia, o pré-adolescente Josué Silva Ferreira, durante o evento do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) nesta quinta-feira (25), para marcar o Dia Mundial da Hemofilia e reforçar a necessidade da adesão ao tratamento ofertado aos hemofílicos no ambulatório da unidade.

Na ocasião, a diretora geral da Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), Luciana Déda, deu boas vindas aos pacientes e seus familiares. “Estou chegando para me somar e ajudar a melhorar o trabalho que já é desenvolvido pelos profissionais. Hoje o atendimento conta com médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicóloga, dentistas e assistente social, agora iremos buscar um ortopedista para uma melhor qualidade de vida de todos vocês”, destacou Luciana.

Já superintendente do Hemocentro, Erivalda Gonçalves Barreto reforçou a importância da atividade em alusão ao Dia do Hemofílico, celebrado no dia 17 de abril. “Quero agradecer por vocês estarem aqui participando desse momento e me colocar a disposição, para junto com a gestão de a Fundação buscar melhorar ainda mais os serviços ofertados aos pacientes”, acrescentou.

A programação teve início com apresentações dos profissionais que prestam atendimento aos pacientes no ambulatório. Para a médica oncohematologista, Lourdes Alice Marinho é preciso à conscientização sobre a adesão ao tratamento continuado. “É importante esclarecer que a assistência não é apenas ir ao Hemose tomar o fator de coagulação e ir embora. Vocês precisam de acompanhamento com toda a equipe”, salientou a médica.

Nas demais apresentações os usuários e seus acompanhantes receberam orientações direcionadas ao autocuidado, tratamento precoce, reabilitação fisioterápica, direitos sociais e de cidadania para a promoção da qualidade de vida do paciente portador de coagulopatias.

Integração

O evento também contou com uma dinâmica para integração realizada pelo grupo Doutolhaços, conduzida pelos doutores Tantan e Peteleco.  Ao final da atividade os participantes receberam bolsas térmicas para armazenamento de fator e carteirinhas de identificação, doadas pela Federação Brasileira de Hemofilia (FBH).

“Esse foi um momento importante para dialogarmos e buscarmos parcerias que ajude a melhorar o nosso atendimento e também para reunir os pacientes e as famílias e, assim fortalecer a Associação Sergipana de Hemofilia”, avaliou Augusto César Guimarães, portador de hemofilia e presidente da associação.

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